Guia da BE

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Vencedores "Conta Outra!" 2020/21

Luísa Lito, 7º H
Com 699 gostos/adoro
1º lugar

Eva Ferreira, 2º AA
Com 683 gostos/adoro
2º lugar
Professora Rosário Geirinhas

Leonor Carvalho, 6º F
Com 255 gostos/adoro
3º lugar

 

terça-feira, 25 de maio de 2021

Escritor premiado

Manuel João Monte recebe hoje o Prémio José Mariano Gago, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores, pela sua obra O Bairro da Tabela Periódica. 

quinta-feira, 20 de maio de 2021


 

GRANDES VULTOS DA LITERATURA PORTUGUESA


José Maria de Eça de Queiroz

Escritor e Diplomata Português

 

Nascimento: Póvoa de Varzim, 25 de novembro de 1845

Falecimento: Neuilly-sur-Seine, 16 de agosto de 1900


Curiosidades: Eça de Queiroz foi considerado um dos maiores escritores em língua portuguesa do século XIX. Notabilizou-se pela originalidade e riqueza do seu estilo e linguagem, o realismo descritivo. A sua obra “Os Maias” é considerada por muitos o melhor romance realista português do século XIX.O escritor notabilizou-se ainda pela crítica social constante nos seus romances.

 

Depois de ter sido entregue ao cuidado de uma ama, foi viver para a casa de Verdemilho em Aradas, Aveiro, a casa da sua avó paterna. Posteriormente foi internado no Colégio da Lapa, no Porto, de onde saiu em 1861, com dezasseis anos, para a Universidade de Coimbra, onde estudou Direito. Em Coimbra, Eça foi amigo do escritor Antero de Quental.

 

Em 1866, o escritor terminou a sua licenciatura em Direito e passou a viver em Lisboa, exercendo advocacia e jornalismo.

Em 1869 e 1870 fez uma viagem de seis semanas ao Oriente, em companhia de D. Luís de Castro, 5º Conde de Resende, irmão da sua futura mulher, D. Emília de Castro, tendo assistido no Egito à inauguração do canal de Suez e visitaram ainda a Palestina.

Em 1870 ingressou na Administração Pública, tendo sido nomeado Administrador do Concelho de Leiria.

 

Tendo ingressado na Carreira Diplomática, em 1873 foi nomeado Cônsul de Portugal em Havana. Mais tarde exerceu o cargo em Inglaterra, entre 1874 e 1878, nas cidades de Newcastle e Bristol.

Mais tarde, em 1888 seria nomeado Cônsul, em Paris.

Aos quarenta anos casou com Emília de Castro com quem teve quatro filhos: Alberto, António, José Maria e Maria.

 

Faleceu na sua casa de Neuilly-sur-Seine, perto de Paris e teve funeral de Estado. Repousa agora em Santa Cruz do Douro, Baião.

Os seus trabalhos foram traduzidos em aproximadamente vinte línguas.

 

  Algumas das principais obras de Eça de Queiroz:

*      O Mistério da Estrada de Sintra

*      O Crime do Padre Amaro

*      A Tragédia da Rua das Flores

*      O Primo Basílio

*      A Relíquia

*      Os Maias

*      A Ilustre Casa de Ramires

*      A Cidade e as Serras

*      Cartas de Inglaterra

*      Ecos de Paris

terça-feira, 18 de maio de 2021

Palavras ilustradas 2






Trabalhos dos alunos do 5º A.

Português 2

Trabalho de um aluno do 5º A, alusivo ao Dia Mundial da Língua Portuguesa.

Dia dos Museus


Português

 



Trabalhos dos alunos do 5º C, realizados no âmbito do Dia Mundial da Língua Portuguesa.

Palavras ilustradas





Os alunos do 5º C, no âmbito do Dia Mundial da Língua Portuguesa, ilustraram algumas palavras.


 Grandes Vultos da Literatura Portuguesa

David de Jesus Mourão Ferreira

Escritor e Poeta Português


Nascimento: Lisboa, 24 de fevereiro de 1927

Falecimento: Lisboa, 16 de junho de 1996


Curiosidades: Era filho de David Ferreira, secretário do diretor da Biblioteca Nacional e de sua mulher Teresa Mourão. Nasceu no extremo ocidental do bairro da Lapa, em Lisboa, numa casa onde viveu até aos quinze anos. Frequentou o Colégio Moderno e licenciou-se em Filologia Românica, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em 1951. Tornou-se Assistente da referida Faculdade em 1958 e foi Secretário-geral da Sociedade Portuguesa de Autores.


Teve uma ativa colaboração em jornais e revistas dos quais se destacam: “O Diário Popular”, “Seara Nova” e “Távola Redonda”. Assim, a atividade poética de David Mourão Ferreira começou a ganhar relevo enquanto uma alternativa poética, de pendor lirista, à poesia social.


Considerado um dos maiores poetas contemporâneos portugueses do século XX, ganhou notoriedade junto do grande público com os poemas de sua autoria cantados por Amália Rodrigues, tais como: “Sombra”, “Maria Lisboa”, “Anda o Sol na Minha Rua”, “Fado”, “Peniche” e sobretudo “Barco Negro”, entre outros.

 Ficaram ainda conhecidos outros fados da sua autoria, tais como: “Escadaria sem Corrimão” ou “Lembra-te Sempre de Mim”, que viriam a ser interpretados anos depois por Camané.


Foi diretor do jornal “A Capital” e Adjunto do jornal “O Dia”, desempenhou o cargo de Secretário de Estado da Cultura e assinou o despacho que criou “A Companhia Nacional de Bailado”. Foi autor de alguns programas de televisão, de que se destacam “Imagens da Poesia Europeia”.


Recebeu vários prémios, entre eles: Prémio Ricardo Malheiros, Prémio da Crítica da Associação Portuguesa de Críticos Literários, Grande Prémio de Romance e Novela, Prémio Literário Município de Lisboa, Prémio D. Dinis, Prémio de Consagração de Carreira da Sociedade Portuguesa de Autores.

  

Algumas das principais obras de David Mourão Ferreira:

*      Os Quatro Cantos do Tempo

*      Maria Lisboa

*      Do Tempo ao Coração

*      A Arte de Amar

*      Cancioneiro de Natal

*      Matura Idade

*      Sonetos do Cativo

*      Os Ramos e os Remos

*      Barco Negro

*      Novelas de Gaivotas em Terra

*      As Quatro Estações

*      Um Amor Feliz

segunda-feira, 10 de maio de 2021

As Bibliotecas do Agrupamento de Escolas Damião de Goes, partilham este site com uma seleção de ferramentas digitais úteis para utilização pedagógica.
Foi elaborado para a ação de formação "A utilização pedagógica das tecnologias e ferramentas digitais: aprender com a biblioteca escolar", do Centro de Formação Pêro de Alenquer.
Formadores: Ana Eustáquio, António Nogueira, Joaquim Costa Pinto e Valter Rosa.
Esperamos que vos venha a ser útil!
Ficará alojado online nos sítios das Bibliotecas ( site / blogue )


 

quarta-feira, 5 de maio de 2021

Falar português

"Estou convencido de que aprender português me tornou numa pessoa muito mais rica e flexível – mais capaz de apreciar e aceitar diferentes culturas e as suas formas de pensar sobre a vida".

A frase é de Richard Zimler, um escritor americano que vive no Porto, 

A pátria


 

domingo, 2 de maio de 2021

A mãe

A mãe
é uma árvore
e eu sou uma flor.

A mãe
tem olhos altos como estrelas.
Os seus cabelos brilham
como o sol.

A mãe
faz coisas mágicas:
transforma farinha e ovos
em bolos,
linhas em camisolas,
trabalho em dinheiro.

A mãe
tem mais força do que o vento:
carrega sacos e sacos do supermercado
e ainda me carrega a mim.

A mãe
quando canta
tem um pássaro na garganta.

A mãe
conhece o bem e o mal.
Diz que é bem partir pinhões
e partir copos é mal.
Eu acho tudo igual.

A mãe
sabe para onde vão
todos os autocarros,
descobre as histórias que contam
as letras dos livros.

A mãe
tem na barriga um ninho.
É lá que guarda
o meu irmãozinho.

A mãe
podia ser só minha.
Mas tenho de a emprestar
a tanta gente…

Poema de Luísa Ducla Soares com imagem de Pablo Picasso, no Dia da Mãe.