quinta-feira, 8 de julho de 2021
sábado, 3 de julho de 2021
A Beatriz Horta e a Maria Victória Coelho do 7º B, foram as únicas premiadas a nível nacional, na categoria de “leitura coletiva” – 2020/21 no Concurso Nacional de Leitura em Voz Alta - promovido pela Câmara Municipal da Sertã (Maratona de Leitura) em parceria com a PALSER.
O prémio incluiu uma formação de leitura em voz alta ministrada pelo Rodolfo Castro (https://www.facebook.com/habitantedoconto) e também 40 livros para a nossa biblioteca.
O nosso muito obrigado a ambas! 🙏🙏🙏
E muitos Parabéns!
VÍDEO E FOTO-REPORT MAIS DETALHADA »»» https://www.facebook.com/BibliotecaPeroAlenquer/
terça-feira, 29 de junho de 2021
São Pedro
São Pedro,
meu padroeiro
Trazes as
chaves na mão.
Vê se
encontras o meu amor
Para abrir
meu o coração!
São frescas
e deslumbrantes,
As de São
João são quentes,
As de São
Pedro escaldantes.
Dei um cravo
a Santo António
Levei outro
a São João,
A São Pedro
não dei cravos
Mas ofereci-lhe
o coração.
Historiador premiado
quarta-feira, 23 de junho de 2021
terça-feira, 22 de junho de 2021
Céu ondulado
Há nuvens para tudo
para todos os gostos.
Ou barcos parados
no céu ondulado
das tardes de Agosto
ou lenços rasgados
pelos nervos do vento
dum Maio indisposto...
Poema de António Torrado (1939-2021).
segunda-feira, 21 de junho de 2021
Lídia Jorge
Algumas das principais obras de Lídia Jorge:
Em todos os Sentidos
O Vento Assobiando nas Gruas
O Livro das Tréguas
O Conto do Nadador
O Conto da Isabelinha
Estuário
Os Memoráveis
O Amor em Lobito Bay
A Instrumentalina
Histórias do Mar-da-Palha
Os Memoráveis
Combateremos a Sombra
A Noite das Mulheres Cantoras
O Dia dos Prodígios
Romance do Grande Gatão
Contrato Sentimental
O Herói das Novelas
O Vale da Paixão
Praça de Londres
O Grande Voo do Pardal
O Belo Adormecido
O Cais das Merendas
A Costa dos Murmúrios
O Jardim sem limites
Notícia da Cidade Silvestre
sábado, 19 de junho de 2021
domingo, 13 de junho de 2021
Santo António
Santo António e o Menino
Que lindos que eles são!
Está Jesus num desatino,
O frade esquece o sermão…
quinta-feira, 10 de junho de 2021
Onde o mar começa
Eis aqui, quase cume da cabeça
De Europa toda, o Reino Lusitano,
Onde a terra se acaba e o mar começa...
Palavras de Camões sobre este país que o viu nascer.
Lágrimas de Portugal
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
sábado, 5 de junho de 2021
terça-feira, 1 de junho de 2021
Quando as crianças brincam...
Quando as
crianças brincam
E eu as oiço
brincar,
Qualquer
coisa em minha alma
Começa a se
alegrar.
E toda
aquela infância
Que não tive
me vem,
Numa onda de
alegria
Que não foi
de ninguém.
Se quem fui
é enigma,
E quem serei
visão,
Quem sou ao
menos sinta
Isto no
coração.
O poema é de Fernando Pessoa e a imagem de Corinne Hartley.
Grandes Vultos da Literatura Portuguesa
Agustina Bessa-Luís
Escritora
Nascimento: Vila Meã, Amarante, 15 de outubro de 1922
Falecimento: Porto, 3 de junho de 2019
Curiosidades: Agustina Bessa Luís era filha do empresário Artur Teixeira Bessa e de sua mulher Laura Jurado Ferreira. O pai de Agustina viveu no Brasil onde se dedicou à exploração de casas de espetáculo e depois de regressar a Portugal tornou-se gerente do casino da Póvoa. As contingências da sua vida levaram a família a viver em vários lugares do Norte e do Douro, tais como: Gaia, Porto, Póvoa de Varzim, Águas Santas, Bagunte, Vila do Conde e Godim.
A relação com a região, durante largas temporadas da sua infância e adolescência, marcaria de forma indelével a obra da escritora.
Desde muito jovem que Agustina se interessou por livros, descobrindo na biblioteca do avô materno, os clássicos da literatura espanhola, francesa e inglesa, marcantes na sua formação literária.
Viveu quase sempre na cidade do Porto e durante uns cinco anos em Coimbra. Casou com uma pessoa culta, o estudante de Direito, Alberto Luís, uma pessoa culta com quem se correspondia. Do seu casamento nasceram: Alberto, Leonor e Lourença Agustina.
Estreou-se como uma brilhante romancista e “A Sibila” constituiu um enorme sucesso que lhe trouxe imediato reconhecimento geral, Foi com este livro que atingiu a total maturidade do seu processo criativo.
É conhecido o seu interesse pela vida e obra de um dos grandes expoentes da escola romântica, Camilo Castelo Branco, primeiro visconde de Correia Botelho, cuja herança se faz sentir quer a nível temático, quer a nível da técnica narrativa.
Vários dos seus romances foram adaptados ao cinema pelo realizador Manoel de Oliveira, com quem manteve uma reação de amizade e de colaboração próxima.
O seu romance “As Fúrias” foi também adaptado para teatro e encenado por Filipe La Féria, (Teatro Nacional D. Maria II).
A sua criação era extremamente fértil e variada e foi traduzida em várias línguas. Também participou num pograma da RTP “Ela por Ela”, sobre provérbios e aforismos.
A Autora revela grande preocupação pela condição social e cultural dos Portugueses, particularmente interessada em perscrutar o passado, recorrendo à ficção para problematizar o conhecimento histórico e vivencial.
Em julho de 2006, deixou de escrever e retirou-se da vida pública devido a razões de saúde. A Escritora foi distinguida com vários prémios e condecorações.
Algumas das principais obras de Agustina Bessa-Luís
A Sibila
A Muralha
O Susto
As Pessoas Felizes
As Fúrias
Os Meninos de Ouro
Adivinhas de Pedro e Inês
Um Presépio Aberto
Um Cão que Sonha
A Vida e a Obra de Florbela Espanca
A Bela Portuguesa
Camilo: Género e Figura
Douro
Os Dezasseis Brasões
A Bela Adormecida
segunda-feira, 31 de maio de 2021
quarta-feira, 26 de maio de 2021
terça-feira, 25 de maio de 2021
Escritor premiado
quinta-feira, 20 de maio de 2021
GRANDES VULTOS DA LITERATURA PORTUGUESA
José Maria de Eça de
Queiroz
Escritor e Diplomata
Português
Nascimento: Póvoa de
Varzim, 25 de novembro de 1845
Falecimento: Neuilly-sur-Seine,
16 de agosto de 1900
Curiosidades: Eça de Queiroz foi considerado um dos maiores escritores em língua portuguesa do século XIX. Notabilizou-se pela originalidade e riqueza do seu estilo e linguagem, o realismo descritivo. A sua obra “Os Maias” é considerada por muitos o melhor romance realista português do século XIX.O escritor notabilizou-se ainda pela crítica social constante nos seus romances.
Depois de ter sido entregue ao cuidado de uma
ama, foi viver para a casa de Verdemilho em Aradas, Aveiro, a casa da sua avó paterna.
Posteriormente foi internado no Colégio da Lapa, no Porto, de onde saiu em
1861, com dezasseis anos, para a Universidade de Coimbra, onde estudou Direito.
Em Coimbra, Eça foi amigo do escritor Antero de Quental.
Em 1866, o escritor terminou a sua
licenciatura em Direito e passou a viver em Lisboa, exercendo advocacia e
jornalismo.
Em 1869 e 1870 fez uma
viagem de seis semanas ao Oriente, em companhia de D. Luís de Castro, 5º Conde
de Resende, irmão da sua futura mulher, D. Emília de Castro, tendo assistido no
Egito à inauguração do canal de Suez e visitaram ainda a Palestina.
Em 1870 ingressou na Administração Pública,
tendo sido nomeado Administrador do Concelho de Leiria.
Tendo ingressado na Carreira Diplomática, em
1873 foi nomeado Cônsul de Portugal em Havana. Mais tarde exerceu o cargo em Inglaterra,
entre 1874 e 1878, nas cidades de Newcastle e Bristol.
Mais tarde, em 1888 seria nomeado Cônsul, em
Paris.
Aos quarenta anos casou com Emília de Castro
com quem teve quatro filhos: Alberto, António, José Maria e Maria.
Faleceu na sua casa de Neuilly-sur-Seine,
perto de Paris e teve funeral de Estado. Repousa agora em Santa Cruz do Douro,
Baião.
Os seus trabalhos foram traduzidos em
aproximadamente vinte línguas.
Algumas
das principais obras de Eça de Queiroz:
O Mistério da Estrada de Sintra
O Crime do Padre Amaro
A Tragédia da Rua das Flores
O Primo Basílio
A Relíquia
Os Maias
A Ilustre Casa de Ramires
A Cidade e as Serras
Cartas de Inglaterra
Ecos de Paris







































