Manuel Jorge Marmelo venceu o Prémio Correntes d'Escritas 2014.
Podes saber mais aqui.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Melhores leitores
Já são conhecidos os melhores leitores do 1º período deste ano lectivo:
A todos, Parabéns!
E boas leituras...
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Fevereiro
Em Fevereiro enche a velha o fumeiro.
Provérbio popular.
A pintura é de Jean Baptiste Saive, pintor francês do séc. XVI.
Provérbio popular.
A pintura é de Jean Baptiste Saive, pintor francês do séc. XVI.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Júlio Cortázar
"Los libros van siendo el único lugar de la casa donde todavía se puede estar tranquilo".
Os livros serão o único lugar da casa onde ainda se pode estar sossegado.
As palavras são do argentino Júlio Cortázar, falecido há trinta anos.
Todos juntos podemos ler
Neste projeto, a nossa BE também conta com o apoio da Fundação PT para nos ajudar a criar uma biblioteca mais inclusiva.
Todos juntos podemos ler
Este ano letivo a nossa BE foi selecionada para fazer parte do projeto "Todos juntos podemos ler".
Este projeto é financiado pela RBE, Rede de Bibliotecas Escolares, com equipamento e software informático.
Podes saber mais sobre este projeto aqui.
Este projeto é financiado pela RBE, Rede de Bibliotecas Escolares, com equipamento e software informático.
Podes saber mais sobre este projeto aqui.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Perguntas
Perguntas dum operário leitor
Quem construiu a Tebas das sete portas?
Nos livros estão os nomes dos reis.
Foram os reis que arrastaram os blocos de pedra?
E a várias vezes destruída Babilónia -
Quem é que tantas vezes a reconstruiu? Em que casas
Da Lima refulgente de oiro moraram os construtores?
Para onde foram os pedreiros na noite em que ficou pronta
A muralha da China? A grande Roma
Está cheia de arcos de triunfo. Quem os levantou? Sobre quem
Triunfaram os Césares? Tinha a tão cantada Bizâncio
Só palácios para os seus habitantes? Mesmo na lendária Atlântida,
Na noite em que o mar a engoliu, bramavam
Os afogados pelos seus escravos.
O jovem Alexandre conquistou a Índia.
Ele sozinho?
César bateu os Gálios.
Não teria consigo um cozinheiro ao menos?
Filipe de Espanha chorou, quando a Armada
Se afundou. Não chorou mais ninguém?
Frederico Segundo venceu na Guerra dos Sete Anos. Quem
Venceu além dele?
Cada página uma vitória.
Quem cozinhou o banquete da vitória?
Cada dez anos um Grande Homem.
Quem pagou as despesas?
Tantos relatos.
Tantas perguntas.
Poema de Bertold Brecht, um alemão nascido há 116 anos.
Podes saber mais sobre este escritor aqui.
Quem construiu a Tebas das sete portas?
Nos livros estão os nomes dos reis.
Foram os reis que arrastaram os blocos de pedra?
E a várias vezes destruída Babilónia -
Quem é que tantas vezes a reconstruiu? Em que casas
Da Lima refulgente de oiro moraram os construtores?
Para onde foram os pedreiros na noite em que ficou pronta
A muralha da China? A grande Roma
Está cheia de arcos de triunfo. Quem os levantou? Sobre quem
Triunfaram os Césares? Tinha a tão cantada Bizâncio
Só palácios para os seus habitantes? Mesmo na lendária Atlântida,
Na noite em que o mar a engoliu, bramavam
Os afogados pelos seus escravos.
O jovem Alexandre conquistou a Índia.
Ele sozinho?
César bateu os Gálios.
Não teria consigo um cozinheiro ao menos?
Filipe de Espanha chorou, quando a Armada
Se afundou. Não chorou mais ninguém?
Frederico Segundo venceu na Guerra dos Sete Anos. Quem
Venceu além dele?
Cada página uma vitória.
Quem cozinhou o banquete da vitória?
Cada dez anos um Grande Homem.
Quem pagou as despesas?
Tantos relatos.
Tantas perguntas.
Poema de Bertold Brecht, um alemão nascido há 116 anos.
Podes saber mais sobre este escritor aqui.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
A bibliotecária de Auschitwz
Este romance é baseado na história verídica de uma jovem checa, a bibliotecária do Bloco 31 de Auschitwz. É uma história que mostra que "os livros nos levam mais longe do qualquer par de sapatos".
Podes saber mais sobre este livro e o seu escritor aqui.
Podes saber mais sobre este livro e o seu escritor aqui.
Escritor premiado
O livro "À mesa em Mação - carta gastronómica", da autoria de Armando Fernandes, venceu o Prémio de Literatura Gastronómica, um Óscar da gastronomia.
Ilustradora premiada
A ilustradora portuguesa Marta Monteiro venceu um prémio de excelência da publicação norte-americana Communication Arts, pela obra "Sombras", o seu primeiro livro para a infância e juventude.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
O que vamos fazer...
o que vamos
fazer amanhã
neste caso de amor desesperado?
ouvir música romântica
ou trepar pelas paredes acima?
neste caso de amor desesperado?
ouvir música romântica
ou trepar pelas paredes acima?
amarfanhar-nos
numa cadeira
ou ficar fixamente diante
de um copo de vinho ou de uma ravina?
o que vamos fazer amanhã
ou ficar fixamente diante
de um copo de vinho ou de uma ravina?
o que vamos fazer amanhã
que não seja
um ajuste de contas?
o que vamos fazer amanhã
do que mais se sonhou ou morreu?
numa esquina talvez te atropelem,
o que vamos fazer amanhã
do que mais se sonhou ou morreu?
numa esquina talvez te atropelem,
num relvado
talvez me fusilem
o teu corpo talvez seja meu,
mas que vamos fazer amanhã
entre as árvores e a solidão?
o teu corpo talvez seja meu,
mas que vamos fazer amanhã
entre as árvores e a solidão?
Poema de Vasco Graça Moura e pintura de Edward Hopper.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Lembrar
José, o poeta
Poesía no es signos negros en la página blanca. Llamo poesía a ese lugar del encuentro con la experiencia ajena.
A poesia não é sinais negros numa página branca. Chamo poesia a esse lugar de encontro com a experiência alheia.
Palavras do poeta mexicano José Emilio Pacheco, falecido no domingo.
A poesia não é sinais negros numa página branca. Chamo poesia a esse lugar de encontro com a experiência alheia.
Palavras do poeta mexicano José Emilio Pacheco, falecido no domingo.
A porta da vida
Mamã,
peço-te perdão
Por todas as
mentiras que contei.
Foi sem
querer…
A culpa foi
do porteiro da vida
Que me
indicou uma porta
Que não era
a porta da minha vida.
Palavras do poeta cabo-verdiano Aguinaldo Brito Fonseca, falecido a semana passada.
Podes ler outras poesias de Aguinaldo Fonseca aqui.
Podes ler outras poesias de Aguinaldo Fonseca aqui.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Ilustrarte 2014
As obras estão expostas dentro de caixas de espuma:
Johanna Benz foi a ilustradora distinguida com o 1º prémio:Diego Banki teve uma menção especial:
As obras estão expostas no Museu da Electricidade.
Podes saber mais aqui.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Recordar Ary
Das prensas
dos martelos das bigornas
das foices
dos arados das charruas
das alfaias
dos cascos das dornas
é que nasce
a canção que anda nas ruas.
Um povo não
é livre em águas mornas
não se abre
a liberdade com gazuas
à força do
teu braço é que transformas
as fábricas
e as terras que são tuas
Abre os
olhos e vê. Sê vigilante
a reacção
não passará diante
do teu punho
fechado contra o medo.
Levanta-te
meu povo. Não é tarde.
Agora é que
o mar canta é que o sol arde
pois quando
o povo acorda é sempre cedo.
O poema é de Ary dos Santos, que morreu há 30 anos.
É de Ary dos Santos a letra do fado "Os putos", cantado por Carlos do Carmo:
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Juan, o poeta
"La poesía es un árbol sin hojas que da sombra".
A poesia é como uma árvore sem folhas que dá sombra.
As palavras são de Juan Gelman, poeta argentino que morreu esta semana.
A poesia é como uma árvore sem folhas que dá sombra.
As palavras são de Juan Gelman, poeta argentino que morreu esta semana.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Escritora premiada
Sinéad Morrissey ganhou o Prémio de Poesia T. S. Eliot, o prémio de poesia mais desejado. Podes saber mais aqui.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
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